Batman Arkham City – Panini

Título: Batman Arkham City
Editora: Panini
Data: Fevereiro/2012
Gênero: Super-herói/videogame
Número de páginas: 116
Preço de capa: R$ 13,50

O Cavaleiro das Trevas observou das sombras enquanto o diretor Quincy Sharp se tornou o prefeito de Gotham City ao levar o crédito por deter o Coringa durante a rebelião que destruiu o Asilo Arkham. O Homem-Morcego aceita de má vontade ser classificado como um fora da lei quando a prefeitura se volta contra todos os que usam uniformes e fantasias em Gotham, incluindo os heróis. Mas quando os planos para Arkham City vêm à luz, Batman sabe que precisa agir. Os mais perigosos elementos de Gotham estão controlando as ruas e o asilo. E resta a Batman tentar trazer alguma ordem e sanidade ao caos que se estabelece.

Situado após o fim do jogo eletrônico Batman Arkham Asylum (disponível para PC, Xbox 360 e PlayStation 3), esta HQ serve como um prelúdio para o jogo Batman Arkham City (disponível para as 3 plataformas já citadas). Escrito por Paul Dini, e desenhado por Carlos D’Anda essa história irá acertar em cheio os jogadores.

O jogo faz referências ao universo dos quadrinhos, porém não se aprofunda em um evento existente e nem mesmo em alguns personagens (vide o visual do Robin). Isso não chega a ser um demérito, pois uma história em quadrinhos pode nem sempre dar certo em uma plataforma de jogos, por isso se faz necessária uma adaptação, o que acontece também no meio cinematográfico.

O vilão da vez é Hugo Strange, e vemos como ele manipula Quincy Sharp, o prefeito de Gotham City, para atingir o seu objetivo: transformar uma área de Gotham City em uma espécie de cidade Arkham, que abrigará os prisioneiros do Asilo Arkham.

O Batman se infiltra nesta cidade para ver o que está acontecendo, e acaba descobrindo que dois dos maiores criminosos de Gotham, Coringa e Pinguim, planejam uma guerra entre si para conseguir um arsenal de armas. No meio de tudo isso, há sempre uma Mulher Gato para atrapalhar o conflito e dar uma mão para o homem-morcego.

Faz-se notar aqui, como cada um dos vilões “grandes” já estabeleceram seus próprios territórios. Vide o caso da Hera Venenosa e seu ambiente natural adaptado no meio dos prédios de Arkham City; e a mortal montanha-russa do Coringa, construída para recrutar capangas para sua gangue.

O roteiro de Paul Dini trabalha muito bem como uma introdução para o jogo homônimo de video-game, e Carlos D’Anda desenha o que a história propõe: visuais exagerados, e cenas de ação próximas dos jogos eletrônicos.

Vale a pena ler? De uma forma geral não. Se você gostou dos jogos do Batman esta é uma boa pedida. Caso contrário, a leitura é rasa, e para quem ainda não jogou, a coisa pode se tornar um pouco confusa.

Música: Nick Arundel – Arkham City Main Theme. Diretamente da trilha sonora do jogo Batman Arkham City, o tema principal do jogo!

Capas americanas:

Batman: Arkham City #1 – julho/2011

Fonte: DC Wikia

Fonte: DC Wikia

Batman: Arkham City #2 – julho/2011

Fonte: DC Wikia

Fonte: DC Wikia

Batman: Arkham City #3 – agosto/2011

Fonte: DC Wikia

Fonte: DC Wikia

Batman: Arkham City #4 – setembro/2011

Fonte: DC Wikia

Fonte: DC Wikia

Batman: Arkham City #5 – outubro/2011

Fonte: DC Wikia

Fonte: DC Wikia

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