Dragon Ball #4 – Panini

Título: Dragon Ball
Editora: Panini
Volume: 4
Data: Agosto/2012
Roteiro/Desenho: Akira Toriyama
Gênero: Mangá
Número de páginas: 196
Preço de capa: R$ 10,90
Origem :Japão

Dando sequencia ao relançamento do mangá de Dragon Ball no Brasil, desta vez em formato tankohon simples (e não o meio-tanko da editora Conrad, ou a luxuosa Edição Definitiva), a Panini continua o ótimo trabalho com o volume 4. Destaque para a galeria de páginas de abertura, a seção de cartas dos volumes originais japoneses, e o glossário exclusivo da edição brasileira.
Este número traz a continuação do Torneio de Artes Marciais iniciado no volume anterior. Contendo os capítulos 37 ao 48, vemos o desenrolar das lutas até chegar a derradeira final. Kulilin venceu Bacterian no primeiro combate (na edição 3), e temos Yamcha contra o hilário Jackie Chun (que é o Mestre Kame disfarçado) no segundo. O espiritual Nam enfrenta a sensual Lanfan na sequencia, e por fim Goku encara o pterodátilo (?!) Guilan. Após as lutas, as semifinais estão definidas desta forma: Kulilin contra Jackie Chun e Goku contra Nam. Obviamente que a final sobra para Goku e Jackie Chun.
Com o desenho afiadíssimo de Akira Toriyama vemos aqui que Dragon Ball já dá indícios de uma história focada em lutas, apesar de o início da série ter doses cavalares de humor. Impossível não dar risada do jeito de tarado do Mestre Kame, nem da ingenuidade de Goku. Aqui temos dois personagens extremos: um é a inocência em pessoa, e o outro é malícia pura. Nota mil para o bem humorado apresentador do Torneio.
Outro ponto legal de se observar é a caracterização que Toriyama dá ao mundo de Dragon Ball. Aqui temos os seres humanos “normais” e os “animais”, por isso não é raro encontrar figuras bizarras como girafas, vacas e gorilas na plateia do Torneio de Artes Marciais. Detalhe: todos falam e agem como se fossem “gente”.
Ponto negativo para algumas páginas que vieram grudadas, como se não tivessem sido cortadas para a montagem do volume. Para finalizar, não encontrei nenhum erro ortográfico e a impressão está muito boa.
Leitura recomendada? Sim, é diversão garantida e a criatividade do Akira continua a impressionar mesmo décadas após sua publicação original (1984). Quem é fã não pode perder.

Para este mangá, vou eleger a música da abertura brasileira do Dragon Ball. Nos vemos!

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